Cerveja, minha cerveja
Jan 23
“Oi, eu faço minha própria cerveja”. Acho que essa frase tem muito poder. E venho usando sempre que posso
Desde 2010 faço parte de uma confraria feminina de cerveja em São Paulo, as Maltemoiselles. Somos um grupo de 7 mulheres e juntas degustamos e fazemos cerveja artesanal. (No meio disso tudo a gente também fala demais e cozinha bastante).
O grupo ainda é novo e só agora no começo do ano que saiu do forno – ou da fermentação, se assim preferem – a nossa primeira leva de cervejas. A estreia foi com uma Pale Ale batizada de Sex Symbol. A receita ainda precisa de alguns ajustes mas ficou marcante principalmente porque não foi feita para ser uma cerveja “de meninas”, como o pessoal costuma achar que mulher gosta, doce. Tascamos lúpulo e malte chocolate pra garantir amargor e cor na bichinha.
Peguei essa foto emprestada da Faby, que fez essas batatinhas deliciosas para harmonizar com a cerveja.
Para quem está começando há lugares que dão cursos e têm equipamentos para brincar com malte e lúpulo. Em São Paulo recomendo de cara dois lugares que visitei recentemente, o Pier e a Sinnatrah.
Cerveja, minha cerveja.
“Oi, eu faço minha própria cerveja”. Acho que essa frase tem muito poder. E venho usando sempre que posso
Desde 2010 faço parte de uma confraria feminina de cerveja em São Paulo, as Maltemoiselles. Somos um grupo de 7 mulheres e juntas degustamos e fazemos cerveja artesanal. (No meio disso tudo a gente também fala demais e cozinha bastante).
O grupo ainda é novo e só agora no começo do ano que saiu do forno – ou da fermentação, se assim preferem – a nossa primeira leva de cervejas. A estreia foi com uma Pale Ale batizada de Sex Symbol. A receita ainda precisa de alguns ajustes mas ficou marcante principalmente porque não foi feita para ser uma cerveja “de meninas”, como o pessoal costuma achar que mulher gosta, doce. Tascamos lúpulo e malte chocolate pra garantir amargor e cor na bichinha.
Peguei essa foto emprestada da Faby, que fez essas batatinhas deliciosas para harmonizar com a cerveja.
Para quem está começando há lugares que dão cursos e têm equipamentos para brincar com malte e lúpulo. Em São Paulo recomendo de cara dois lugares que visitei recentemente, o Pier e a Sinnatrah.

Oi Julia.
É bom ver mais alguém que leva um blog “gourmet” com descontração e humor, sem aquela coisa batida de só enfiar receitas goela abaixo nos leitores.
Desejo muito sucesso a você!
Tuca
não sabe o quanto fiquei feliz de saber que tem uma confraria feminina de cerveja em SP.
tô mandando e-mail pra vocês já!
Opa, dá uma olhada no que a gente tem feito lá no blog
se possivel enviar-me alguma receita de cerveja, e onde consigo comprar os ingredientes, seria muito grato, se tiver alguma receita de comida, tenho muitas receitas ao receber quando saber do vosso endereço trocaremos de receitas,talvez um dia nos conhecer-mos, um abraço, herton luiz bamberg, rua são salvador, 2510 – 89870-000 – pinhalznho/santa catarina = obs… venham na oktober, temos em blumenau e aqui bem pertinho da minha cidade, itapiranga. um abraço, aguardo noticias, pode ser por correio, mandem algo da vossa cidade, grato, um abração do tamanho do brasil.
Oi, Júlia! Comecei a fazer cerveja artesanal também. Dei os primeiros passos com o Jaime do Pier 1327, mas quem dá uma mão sempre é o pessoal do Sinnatrah. Fico feliz que as mulheres estejam se aventurando – e com grande sucesso, pelo visto – nessa área. Parabéns pela iniciativa e pelo blog. Abraços! Fernando.
Herton, os insumos eu compro na Sinnatrah mesmo em pequena quantidade, para nao ter que estocar pela cozinha
Nos blogs de cervejeiros e em comunidades internacionais você acha as receias de cerveja – sugiro uma busca pelas palavras chave do estilo de cerveja. Abs!
Fernando, obrigada pelos elogios! Volte sempre e visite o blog das maltemoiselles – é lento, mas a gente posta quando da! Bjs